
Puentes de Madison County 1995
13 de agosto de 2025
Um passeio pela vida, um encontro com os mistérios, que a cada momento nos surpreendem com sua face obscura. Refletir sobre o que se oculta na existência, leva-nos ao caminho do autoconhecimento e da sabedoria.
SOBRE A OBRA "SOMOS TODOS CANALHAS"
A construção da obra "Somos todos canalhas", de Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu.
Dois professores levantam num diálogo reflexivo, a questão do conceito de "valor".
Destaco duas "intervenções": a de número 03, da parte II, e a "Intervençao" de número 01, da parte III.
A escolha do "diálogo", como forma de expressar o pensamento, confere liberdade de idéias pré-concebidas, pois o "diálogo" é uma forma de livre ocorrência de juízos que formulamos como resposta independente e oportuna, momento em que o conceito surge espontaneamente.
Por que destaco essas duas intervenções?
A intervenção de número 03 traz em sua raiz, a problemática cristã, que se aproxima da leitura feita por Nietzche, quanto ao cristianismo, como fundamento da civilização Ocidental.
A intervenção 01, da parte III, é um conceito que impregna a organização social do fundamento moral e econômico do Capitalismo.
Ambas as intervenções, carregam a noção de "valor", de um modo muito explícito, e essa noção precisa ser definida, pois vivemos em uma sociedade, onde tal noção se coloca em todos os segmentos da existência humana, e a grande dificuldade é exatamente essa expansão semântica do sentido de "valor".
Essa dificuldade, pensada e refletida por inúmeros pensadores, revela muito da natureza humana, e está implícita em todo o livro, o que o torna uma leitura a ser feita devagar, pausadamente, catando nas entrelinhas e afirmações que ocorrem no diálogo, o amplo conceito de "valor".
Por ser uma obra essencialmente subjetiva, já que o conceito de "valor" é subjetivo, fazer um resumo "literal" do seu sentido, é tarefa impossível, a menos que não tenhamos entendido a sua complexidade.
Mas há algo interessante que podemos observar: o título.
Por que somos todos canalhas?
Por consequência da nossa natureza! Organizamos o universo social, segundo os princípios do egoísmo, da ambição, da avareza, da ganância, da maldade, da submissão dos nossos semelhantes.
Mas conseguimos com ardilosidade e hipocrisia definir o conceito de "valor" segundo o oportunismo do momento.
Daí, a semântica de "valor", ganhar um campo tão amplo.
Ao reler com atenção, as Intervenções que escolhi, com dificuldade, pois todas as Intervenções são muito ricas conceitualmente, a questão de valorizar o " o ser vulnerável", sob o ângulo cristão, e o propósito do utilitarismo, como regra capitalista e direção do comportamento social, é muito facilmente notada na vida prática e cotidiana.
Os que esperaram um "resumo" do livro, peço desculpas, mas quando a abordagem segue um "campo filosófico", no modelo diálogo, em que as ideías fluem livremente, seria como resumir o Banquete, de Platão!
Prof. Mario Moura
TEXTO RESUMIDO SOBRE A OBRA "SOMOS TODOS CANALHAS"
A construção da obra "Somos todos canalhas", de Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu, é um diálogo reflexivo de dois professores, sobre o VALOR.
Destaco duas "intervenções": a de número 03, parte II, e a de número 01, parte III.
Por que destaco essas duas intervenções?
A intervenção 03 traz a questão cristã, como fundamento da civilização Ocidental.
A intervenção 01, parte III, impregna a organização social como fundamento moral e econômico do Capitalismo.
As intervenções, discutem a noção de "valor", que precisa ser definida, pois vivemos em uma sociedade organizada segundo valores.
Essa dificuldade, pensada por inúmeros filósofos, revela muito da natureza humana, e está em todo o diálogo, de modo denso e irônico, o que torna a leitura uma colheita atenta às entrelinhas, que ocorrem no diálogo, esmiuçando o conceito de "valor".
Por ser uma obra subjetiva, fazer um resumo "literal" do seu sentido, é tarefa impossível.
Mas observemos o título: SOMOS TODOS CANALHAS
Por que canalhas?
Por consequência da nossa natureza, organizamos o universo social, segundo os princípios do egoísmo, da ambição, da submissão dos nossos semelhantes.
E com ardilosidade e hipocrisia mascaramos o conceito de "valor", segundo interesses oportunistas.
Daí, a definição de "valor", ser tão ampla.
Ao reler com atenção, as Intervenções escolhidas com dificuldade, pois todas as Intervenções são ricas conceitualmente, a questão de valorizar "a fragilidade" e o "utilitarismo", como regras da convivência, é muito facilmente notada na vida cotidiana.
Os que esperaram um "resumo" do livro, peço desculpas, mas sumariar filosofia, em um diálogo em que as ideías fluem livremente, seria como resumir o Banquete, de Platão!
Prof. Mario Moura
Resumo do texto original para 1000 caracteres
"Somos Todos Canalhas", de Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu, é um diálogo filosófico sobre a noção de valor, explorada em suas dimensões moral, social, religiosa e econômica. A obra, marcada por reflexões densas e irônicas, parte da constatação de que vivemos em uma sociedade organizada por valores — mas estes são moldados segundo interesses egoístas e oportunistas.
Em destaque, duas intervenções: a nº 03 (parte II), que aborda o cristianismo como base da civilização ocidental, e a nº 01 (parte III), que analisa o capitalismo como estrutura moral e econômica.
Entrelinhas revelam como fragilidade e utilitarismo orientam nossa convivência, expondo a hipocrisia e a ambição humanas.
O título provoca: “somos todos canalhas” porque estruturamos o mundo a partir do egoísmo e da submissão alheia, travestidos de nobres valores.
Um livro instigante, impossível de ser resumido sem perder sua essência dialógica e filosófica.
prof. mario moura
SOBRE A OBRA "SOMOS TODOS CANALHAS"
(Texto Original)
A construção da obra "Somos todos canalhas", de Clóvis de Barros Filho e Júlio Pompeu.
Dois professores levantam num diálogo reflexivo, a questão do conceito de "valor".
Destaco duas "intervenções": a de número 03, da parte II, e a "Intervençao" de número 01, da parte III.
A escolha do "diálogo", como forma de expressar o pensamento, confere liberdade de idéias pré-concebidas, pois o "diálogo" é uma forma de livre ocorrência de juízos que formulamos como resposta independente e oportuna, momento em que o conceito surge espontaneamente.
Por que destaco essas duas intervenções?
A intervenção de número 03 traz em sua raiz, a problemática cristã, que se aproxima da leitura feita por Nietzche, quanto ao cristianismo, como fundamento da civilização Ocidental.
A intervenção 01, da parte III, é um conceito que impregna a organização social do fundamento moral e econômico do Capitalismo.
Ambas as intervenções, carregam a noção de "valor", de um modo muito explícito, e essa noção precisa ser definida, pois vivemos em uma sociedade, onde tal noção se coloca em todos os segmentos da existência humana, e a grande dificuldade é exatamente essa expansão semântica do sentido de "valor".
Essa dificuldade, pensada e refletida por inúmeros pensadores, revela muito da natureza humana, e está implícita em todo o livro, o que o torna uma leitura a ser feita devagar, pausadamente, catando nas entrelinhas e afirmações que ocorrem no diálogo, o amplo conceito de "valor".
Por ser uma obra essencialmente subjetiva, já que o conceito de "valor" é subjetivo, fazer um resumo "literal" do seu sentido, é tarefa impossível, a menos que não tenhamos entendido a sua complexidade.
Mas há algo interessante que podemos observar: o título.
Por que somos todos canalhas?
Por consequência da nossa natureza! Organizamos o universo social, segundo os princípios do egoísmo, da ambição, da avareza, da ganância, da maldade, da submissão dos nossos semelhantes.
Mas conseguimos com ardilosidade e hipocrisia definir o conceito de "valor" segundo o oportunismo do momento.
Daí, a semântica de "valor", ganhar um campo tão amplo.
Ao reler com atenção, as Intervenções que escolhi, com dificuldade, pois todas as Intervenções são muito ricas conceitualmente, a questão de valorizar o " o ser vulnerável", sob o ângulo cristão, e o propósito do utilitarismo, como regra capitalista e direção do comportamento social, é muito facilmente notada na vida prática e cotidiana.
Os que esperaram um "resumo" do livro, peço desculpas, mas quando a abordagem segue um "campo filosófico", no modelo diálogo, em que as ideías fluem livremente, seria como resumir o Banquete, de Platão!
Prof. Mario Moura
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