O documentário apresentado, tem finalidade apenas cultural, pois não concordo que substâncias alucinógenas, justifiquem o seu uso, com a falácia de que o usuário aproxima-se de "Deus". Substâncias que alteram estados de consciência, não podem ser chamadas de "sagradas", senão em 'cerimônias' que organizavam os comportamentos da tribo, impondo o "sobrenatural" às mentes, disciplinando as práticas de convivência e criando as regras da 'sociedade'.
A história conta o uso de tais "plantas", desde as primórdios das primeiras organizações tribais, onde o "sagrado" manifestava-se em rituais 'primitivos' que atuavam como formas de controle 'social'.

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