sábado, 29 de março de 2025

RESUMOS OBJTIVOS DOS TRÊS PROJETOS/PROGRAMAS

 RESUMOS OBJETIVOS DOS TRÊS PROJETOS/PROGRAMAS

UM DEDO DE PROSA

O PROJETO PRETENDE ABRIR UM BATE-PAPO REFLEXIVO, ABORDANDO TEMAS DO NOSSO COTIDIANO, TEMAS CONTEMPORÂNEOS, PARA QUE  POSSAMOS NOS APROXIMAR DAS GRANDES MUDANÇAS QUE ESTÃO OCORRENDO EM NOSSA SOCIEDADE, TENTANDO COMPREENDÊ-LAS, JÁ QUE AFETAM AS NOSSAS VIDAS, ALTERAM NOSSAS RELAÇÕES E COSTUMES, E QUEBRAM OS PARADIGMAS QUE ORGANIZAVAM OS PADRÕES COMPORTAMENTAIS E INSTITUCIONAIS.

POR SER UM 'PAPO' ABERTO, NÃO TEM A PRETENSÃO DE ESGOTAR O COMPLEXO CONTEXTO DE TAIS MUDANÇAS, MAS PROVOCAR AS DIVERSAS E POSSÍVEIS INTERPRETAÇÕES, QUE LANCEM MAIS LUZES SOBRE O QUE VEM AFETANDO A SOCIEDADE.

ESSE PROJETO SE DESENVOLVERÁ, COM A CRIAÇÃO  DE DOIS PERSONAGENS, DE NOMES ALTAMIRANDO & PEDROSA, QUE ATRAVÉS DE DIÁLOGOS, TROCARÃO IDÉIAS E IMPRESSÕES SOBRE TAIS MUDANÇAS, COM UM OLHAR CRÍTICO E POLÊMICO.

LONGE DA PRETENSÃO DE ESGOTAR A COMPLEXIDADE DE TAIS TRANSFORMAÇÕES,  MAS APENAS ABRIR UMA JANELA, PARA TENTAR COMPREENDE-LAS E ENXERGAR A POSSIBILIDADE DE UMA NOVA PAISAGEM.

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UM POSSÍVEL SEGUNDO CAMINHO DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

ASSIM SE DESENVOLVERÁ  ESSE PROJETO, ATRAVÉS DO MONÓLOGO DE UM PERSONAGEM, QUE EM SEUS PASSEIOS SOLITÁRIOS, SE INTERROGA SOBRE TAIS MUDANÇAS, COM UM OLHAR CRÍTICO E POLÊMICO, LANÇADO SOBRE A REALIDADE SOCIAL.

prof. mario moura

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 CAFÉ COM MARIO

A proposta desse projeto/progama, é um papo sobre generalidades, com opiniões  de caráter pessoal, sobre vários assuntos, que, normalmente integram o imaginário social, 

Todas as épocas, têm seus mitos e fantasias que de modo geral, simbolizam as "verdades" de um determinado momento da história, que sempre orientam as visões de mundo, e nem sempre, alcançam um patamar permanente no pensamento humano. 

Assim como surgem, desaparecem, ou se transformam em crenças...

São muitas vezes movidas por interesses ocultos, que visam alcançar determinados resultados, sejam sociais, culturais ou  políticos. 

Curiosidades e eventos exóticos, ou estranhos, que são capazes de representar a grande diversidade das culturas humanas, também se agregam aos propósitos desse projeto/programa.

Trazer à superfície tais matérias e questões, é a finalidade última desse projeto, que está longe de pretender esgotar a complexidade de tais transformações, mas apenas abrir uma janela para tentar enxergar a possibilidade de uma nova paisagem.

DO PROJETO

Desenvolver-se-ia através da simulação de perguntas, que seriam feitas por supostas personagens, desencadeando os diálogos, que construiriam o corpo do programa.

Pode-se também optar pelo livre discurso, na abordagem de temas que envolvam as grandes transformções que ocorrem no Brasil e no mundo. Notícias que a grande mídia não divulga, mas que são importantes para ampliar o olhar sobre as mudanças que estão ocorrendo em nosso planetinha azul.

prof. mario moura

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O VENENO DA JARARACA

 É uma proposta que pretende ser um misto de sátira, de observação crítica dos costumes e de ironia dos padrões comportamentais "amestrados", ou melhor, condicionados e manipulados, que organizam aquele 'mundo morno' regrado por normas sociais e por preconceitos, que nunca são questionados, mas seguidos cegamente, automaticamente.
Temos assim, a definição do propósito do "O veneno da jararaca": uma sátira!

Criando personagens e cenas, retirados da realidade da vida cotidiana, bem como a própria realidade com seus atores reais, constrói um retrato entre o cômico e o real.

O fim último é a ironia e a sátira à ausência de uma consciência crítica, de uma falta de percepção do grande engôdo da "gaiola social", que aprisiona mentes e corações.

Manipulando a sociedade, uma mídia insidiosa e perversa constrói a falácia do maravilhoso e dourado mundo do consumo excessivo de inutilidades, com arte e sedução psicológica, criando necessidades que não fazem parte da natureza humana, não contribuindo para o seu verdadeiro  propósito, de desenvolvimento de suas virtudes naturais.

DO PROJETO

Como desenvolver essa sátira social? 
Com a criação de dois personagens, com visões de mundo diferentes: Altamiranda & Hilário.
Um casal amigo que conversa, em seus encontros, sobre os costumes, acontecimentos e as inovações que ocorrem na sociedade.

Altamiranda, uma otimista aposentada, para quem todas as coisas existiam por uma razão de natureza benéfica ao homem e à sociedade.
Desenvolveu mesmo a "filosofia da tolerância", que procurava explicar os pesos e contrapesos que equilibravam o convívio social, sem o qual, retornaríamos a barbárie.

Hilário, um pessimista, anarquista, desempregado, que em tudo enxerga propósitos que servem a interesses, que de nada  prestam para desenvolver ações e comportamentos saudáveis na sociedade. 
Via em tudo a mão invisível do Sistema, que controlava com sutis artimanhas, comportamentos e costumes.
Crítico amargo e severo dos modismos, com olhar observador e satírico, ironizava a fácil adesão das pessoas, que não percebiam o jogo da manipulação para alcançar determinados fins.

Definidos os personagens e suas posturas sociais, os diálogos se constroem na observação do cotidiano que os cercam, sempre focados nas ações, acontecimentos e comportamentos.

Assim se desenvolverá o projeto O VENENO DA JARARACA, através dos diálogos de Altamiranda & Hilário, sendo o cenário, o espaço social do cotidiano.

Definir a frequência de apresentação do programa: semanal, ou quinzenal.

prof. mario moura

Como Abrir Seu Terceiro Olho (Estado Mais Elevado)

 

quinta-feira, 27 de março de 2025

 

 

O Que Sua Maneira de Falar Diz Sobre Você: Sua voz não é apenas som, é identidade, poder e memória.

 

A Vida é uma Ilusão, e Só Percebe Quem Está Realmente Vivo – A Visão Radical de Krishnamurti

 

A Vida é uma Merda e Depois Você Morre – A Visão Brutal de Schopenhauer

 

terça-feira, 25 de março de 2025

UM IMPACTO DEVASTADOR!

 UM IMPACTO DEVASTADOR

Não sei você, amigo leitor, mas os números astronômicos causam-me um impacto devastador! Mas para fazer-me entender, melhor será dar meia volta, e retornar ao início dessa história, ou melhor desse impacto devastador, que logo esclareço tratar-se de uma devastação cognitiva.

Leio em Marcelo Gleiser, no seu livro "Despertar do Universo Consciente", que somos nós, habitantes do planeta Terra, as testemunhas, ou melhor, repetindo o cientista Marcelo, que o esse universo só existe por que estamos aqui, contando, ou tentando contar a sua história.

Testemunha, ou historiador desse vasto cosmos, seria o nosso único olhar que desvenda e narra a história do Universo, e aí vem o número devastador de qualquer tentativa inteligente de imaginar o que esse "tempo" representa: 13.8 bilhões de anos!!

Pasmos, com nossos instrumentos, observamos e vasculhamos o "espaço infinito", catalogando cada nova descoberta de algum astro, até então desconhecido no mapa astronômico dos nossos observatórios.

Esse "impacto devastador" desencadeia uma explosão psicológica e emocional, abalando o universo humano das nossas crenças!

Quando falamos no "espaço infinito", quando falamos em "vastidão cósmica", o mundo humano das nossas crenças iniciam a dança das impossibilidades e dos sonhos de vida eterna. Esfarela-se o poder central  das divindades que amparam as nossas fragilidades, a nossa mortalidade.

Ficamos órfãos da esperança, que o ser humano sempre acalentou. 

Mas não é da nossa natureza, viver sem esperança. Esse vazio nos angustia e nos mobiliza para recriar nossas divindades, e estendemos a essa vastidão cósmica, o pequeno céu que nos abrigava no seio do Criador. O infinito novamente cabe na caixa das nossas crenças.

É preciso conferir sentido a gratuidade! É preciso construir  nossas catedrais, nossas liturgias, nossos rituais e paramentos! Edificar o poder sagrado, e faze-lo representar por seres humanos especiais, que não habitam o nosso cotidiano, cada vez mais pobre de espiritualidade. Seres que estão sob a guarda de outras regras, de outras normas. Que respiram um ar mais rarefeito.

Eles habitam edificações majestosas, que buscam demonstrar o poder "religioso" acima do mundo convencional, onde nós, mortais que fazemos parte do re banho, os reverenciamos, agradecendo pela nossa "salvação".

Da Antiguidade ao mundo contemporâneo, habitamos o mundo ateista, politeista e monoteista, criamos nossas divindades e damos a elas o poder da vida e da morte. 

Mas quando bate em nossa cara, ou melhor, na minha, esse número 13.8 bilhões de anos, e diviso o silencioso e infinito espaço cósmico onde habitamos e flutuamos num planetinha azul, fico em estado de espanto!

E por enquanto, estou aqui, com outros 8 bilhões de humanos, aproximadamente, admirando as flores de um jardim, e pensando vagamente no milagre da vida... e me perguntando: como entender e colocar no centro dessas majestosas catedrais do poder simbólico do Amor Cristão, o nosso Jesus Cristo, humilde e amoroso tão próximo dos pobres e humilhados??

25 de março de 2025

prof.mario moura



Mais de 55 anos? Troque todo o seu Treino por estes 3 exercícios para Força Absurda!

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